
Hodiernamente nos deparamos com turbilhões de informações catastróficas, que recaem vorazmente sobre nossas mentes passivas. Aliás, sofremos antecipadamente com algo que, sequer, sabemos verdadeiro. Basta a mídia divulgar, sob o aval de supostos cientistas, que rapidamente a informação adquire a condição de verdade absoluta. Não temos, ao menos, o trabalho de questionar de onde partiu a informação, quem a disseminou. Há, pois, um sensacionalismo que atribui às pessoas a culpa por tudo. Creditam a nós, por exemplo, a responsabilidade pelo aquecimento global, quando não há nada comprovadamente que relacione altas temperaturas à ação humana.
Não menos incomum é a afirmação de que breve nos faltará água potável. Imaginem um mundo no qual a água é o bem mais precioso e, por conseguinte, as pessoas se destroem por sua posse. O roteiro de tantos filmes é reiteradamente repassado de maneira doutrinária para as pessoas, a ponto de muitas sentirem-se extremamente culpadas por um banho mais longo.
É de se perguntar o seguinte: por que um planeta majoritariamente composto de água pode sofrer exatamente de sede? Como um planeta que se derrete a cada dia terá seus habitantes condenados a morrer de sede? Sim, a maior parte da água é salgada. E daí? Deixem a criatividade fluir e este será mais um problema entregue aos anais da história.
Através da nanotecnologia é possível controlar os minerais em água dessalinizada. O resultado é que a água mineral pode ser produzida a partir do mar e, inclusive, passará a ser comercializada